28 de março de 2011

Diários do Vampiro: A Fúria

Terceiro volume da série Diários do Vampiro. Para conhecer mais sobre a série, leia as resenhas dos livros anteriores:

1. O Despertar (resenha no meu Skoob)
2. O Confronto

Atenção! A resenha tem spoilers para quem não leu os outros livros da série!

No final do segundo livro, Elena tem seu carro atirado em um rio. Ela morre. Mas depois é ressuscitada por Damon e Stefan, que a transformam em uma vampira.

Todos seus parentes e amigos a tem como morta, apesar de nunca terem encontrado seu corpo. Sozinha, Elena precisa lidar com sua nova vida - ou morte - como vampira. Enquanto isso, um Outro Poder se abate em Fell's Church, trazendo desespero e morte à cidade. Damon e Stefan precisarão deixar suas desavenças no passado, se quiserem ajudar Elena a impedir a destruição da pequena cidade.

Vou ser sincera: até ler este livro, eu não via nada demais nessa série (estou falando apenas dos livros, não vou comparar à série de TV, mesmo porque nunca assisti). Achava a Elena super irritante e não via graça em nenhum personagem nem na história. Porém, o terceiro livro é muito superior aos dois primeiros.

Apesar de eu ter adivinhado logo no começo o que era o Outro Poder, o livro tem bastante suspense e eu fiquei grudada na história até o final. Elena está MUITO menos irritante como vampira; pela primeira vez, consegui simpatizar com ela. A narrativa de L. J. Smith também evoluiu bastante. Nos outros livros, eu sempre achava que as coisas ocorriam muito rápido (em um parágrafo de três linhas os personagens saíam de um lugar, entravam no carro, dirigiam por horas e chegavam em outro). Neste livro está mais descritivo, mas ao mesmo tempo dinâmico. Ou seja, eu conseguia ir visualizando a história como se fosse um filme, ao mesmo tempo que entendia os sentimentos de cada personagem.

Quando li os dois primeiros volumes pensei em desistir da série, mas com esse livro, meu interesse se renovou. E a história acaba de um jeito que me faz muito querer ler o próximo volume, Reunião Sombria!

Outras capas. A primeira é a original de 1991, e a última, que está em português, é de Portugal:


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