15 de julho de 2011

Anna e o Beijo Francês

Isto é tudo o que sei sobre a França: Madeline, Amélie e Moulin Rouge. A Torre Eiffel e o Arco do Triunfo também, embora eu não saiba qual a verdadeira função de nenhum dos dois. Napoleão, Maria Antonieta e vários reis chamados Louis. Também não estou certa do que eles fizeram, mas acho que tem alguma coisa a ver com a Revolução Francesa, que tem algo a ver com o Dia da Bastilha. O museu de arte chama-se Louve, tem o formato de uma pirâmide, e a Mona Lisa vive lá junto com a estátua da mulher sem braços.

Anna, de 17 anos, sai dos Estados Unidos e vai morar em Paris, a Cidade Luz. Tudo porque seu pai, um famoso escritor de romances, resolveu colocá-la em um internato por um ano. É claro que ela não gosta da ideia; afinal, vai deixar sua família e o país que sempre chamou de lar. Mas isso é só no começo... Pois quando Anna conhece Etiénne Saint Clair, um americano, meio inglês e meio francês, ela não vai querer deixar a França de modo algum.

Anna e o Beijo Francês é um romance fofo. Ou melhor: é muito fofo! Os amigos franceses de Anna são divertidos e Etiénne é um sonho. É impossível não se apaixonar pela história deles e sonhar que está no lugar de Anna, vivendo uma história de amor em Paris. Felizmente, essa não é uma história melosa, e sim uma comédia romântica, leve e divertida.

O pai de Anna é uma figura peculiar. Leiam esse trecho e vejam se não lembra alguém:

Então ele começou a escrever esses romances que acontecem em Small Town Georgia sobre "pessoas com bons valores americanos que se apaixonam e então contraem doenças que lhe ameaçam a vida e morrem".

Pois é, o pai da Anna escreve histórias iguais as do Nicholas Sparks! :P

O único - e grande - ponto negativo do livro é a tradução. Aparecem vários títulos de filmes e livros na narrativa, mas o mesmo título aparece em inglês em um lugar, e em português em outro (por exemplo: The Hunchback of Notre Dame X O Corcunda de Notre Dame). Além disso, os diálogos são extremamente confusos, pois há muitos travessões fora do lugar. Como a história é em primeira pessoa, isso fica pior ainda, pois é difícil entender se alguém está falando algo ou se na verdade é um pensamento da Anna.

Eu daria 4 florzinhas a este livro, mas por causa da tradução confusa, ele irá receber 3.

Entretanto, traduções à parte, a história do livro é muito boa. Por isso, recomendo a todas as garotas que sonham em viajar e, quem sabe, se apaixonar em Paris...

A capa original é igual à brasileira, então fiquem com algumas capas feitas por fãs (uma mais linda que a outra, por sinal):



Nota:



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