19 de junho de 2012

A Casa das Orquídeas

"Tenho o mesmo sonho todas as noites. É como se minha vida fosse lançada para o alto e todos os pedaços caíssem pelo chão de frente para trás, pelo avesso. Fazem parte da minha vida e, ainda sim, estão na ordem errada, são uma visão fragmentada."
(página 15)

Tentando se recuperar de uma tragédia em sua família, a pianista Júlia volta para sua casa, na Inglaterra, e descobre que a propriedade de Wharton Park, onde passou uma infância feliz, está à venda. Lá, ela descobre um diário antigo. Pensando ser de seu avô, o leva para sua avó, que começa a lhe contar o passado de sua família - mais especificamente durante a Segunda Guerra Mundial.


Eu adorei esse livro! O livro é dividido entre presente e passado. No presente, acompanhamos a história da Júlia. No passado, vamos sabendo mais sobre sua avó, além de Olívia e Harry Crawford, os donos de Wharton Park. E a mistura de passado e presente ficou perfeita.

Adorei passar essas 560 páginas com Júlia, Kit, Olivia, Harry, Elsie... Os mistérios vão sendo revelados aos poucos, o que me fazia querer ler cada vez mais. Não vou contar nada; a única coisa que posso falar é que tem uma parte da história passada na Tailândia, que foi a minha preferida.

Bangkok, Tailândia (fonte

O livro só não teve cinco estrelas porque, para mim, tem algo extremamente improvável na história. Infelizmente não posso contar na resenha, pois é algo que só é revelado no final. Mas é uma coisa que simplesmente não entra na minha cabeça.

Tirando esse detalhe, eu gostei bastante do livro! Recomendo para quem gosta de histórias de famílias, que misturam passado e presente.

Outras capas - o livro foi publicado originalmente como Hothouse Flower (flor de estufa), mas depois teve seu título alterado para The Orchid House.


Nota:

Onde comprar: Submarino
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