23 de abril de 2013

O Legado dos Van Alen

4º volume da série Blue BloodsAtenção! Esta resenha pode conter spoilers dos livros anteriores da série!

Resenhas anteriores:

1. Vampiros de Manhattan
2. O Baile de Máscaras
3. Revelações

Foragida. Fugitiva. Era isso o que ela era agora. Não era a neta aflita de Lawrence Van Alen, sem dúvida.
Não.
Segundo o Conclave, ela era a assassina dele.

Após os eventos no Rio, Schuyler é procurada pelo Conclave, pois eles acham que ela assassinou seu avô. Ela e Oliver fogem, percorrendo vários países pela Europa. Mimi e outros Venators vão ao Rio atrás de pistas, enquanto Bliss luta contra o Hospedeiro dentro de si.

Esta é uma das minhas séries preferidas sobre vampiros e, depois do final de Revelações, estava bem ansiosa para ler este livro. Porém, o começo foi bem lento e a narrativa acabou me cansando, pois cada capítulo seguia o ponto de vista (em terceira pessoa) de uma das protagonistas: Schuyler, Mimi e Bliss (felizmente tinha o nome da respectiva no início do capítulo, evitando confusões). Nessa primeira metade do livro, minhas partes preferidas foram as de Mimi, que passou um bom tempo com Kingsley nas favelas do Rio de Janeiro.

Paris, uma das cidades que aparecem neste livro (fonte)

Como comentei aqui no blog, depois de ler metade do livro acabei desanimando. Peguei outro para ler e, depois de ler metade dele também, voltei ao Legado dos Van Alen. Isso foi bom, pois me deu um gás para terminar. No final, gostei do livro, mas ficou faltando aquele "algo mais" que me deixa grudada na história. Eu só queria ler as partes da Mimi - a personagem que eu mais detestava transformou-se em uma preferida - e não tinha vontade de ler as outras duas.

O final foi uma completa reviravolta e me surpreendeu, me deixando com vontade de ler o resto da série. Este foi o livro da série de que menos gostei, mas aguardo a publicação de Misguided Angel por aqui, pela Editora iD.

Outras capas:

Nota:

Onde comprar: Submarino
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