10 de setembro de 2013

A Menina Que Semeava

Havia motivos para acreditar que iam enriquecer esse dom. Se eles assim o fizessem, uma nova história poderia surgir. Uma história que valesse a pena.
Infelizmente, não uma história simples.
(página 22)

Chris e Polly são divorciados e pais de Becky, uma garota de 14 anos. Quando ela tinha cinco anos, começou a fazer tratamento para leucemia e não conseguia dormir. Para distraí-la, ela e seu pai começaram a inventar histórias sobre o reino mágico de Tamarisk, governado pela princesa Miea.

Mas e se Tamarisk fosse real?

Eu nem tinha lido a sinopse quando pedi esse livro para a Novo Conceito. Escolhi totalmente pela capa - sei que isso é errado, mas a capa de A Menina Que Semeava é linda demais! E as palavras do livro são igualmente lindas.

Uma coisa que notei de cara na história é que a história "real" e a fantasia se misturam, claramente. O que acontece na vida real se reflete em Tamarisk. Por exemplo, os pais de Becky se separam, e os pais de Miea morrem em um acidente, fazendo-as ficarem praticamente sozinhas.

Por conta disso, achei o final do livro bem previsível. O que não me impediu de curtir muito a leitura! Eu passei uma semana querendo chegar em casa logo para poder entrar de novo em Tamarisk, e poder ficar do lado da Becky e do Chris.


Um personagem que achei que ficou totalmente perdido foi Rubus, um garoto que mora em Tamarisk. Ele apareceu na primeira metade do livro rapidamente e só voltou no final. Também esperava um conflito maior com Gunnthorn, a cidade inimiga de Tamarisk, mas isso não era o foco deste livro.

É uma história linda, que, apesar de triste, nos deixa um sentimento bom no final. Eu realmente gostaria que tivesse uma continuação. Recomendo!

Outras capas - acho que não tem o que discutir, né? A brasileira ficou MUITO mais bonita.


Nota:


Onde comprar: Submarino

Página oficial da Novo Conceito.

Livro cedido para resenha pela Editora Novo Conceito.
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