31 de dezembro de 2013

Os 10 melhores de 2013

 
Último dia do ano, hora de ver tudo que li em 2013 e escolher as 10 melhores leituras. Não foi uma tarefa fácil, pois li 70 livros este ano. Fiquei abaixo da minha meta, que era 80, mas pelo menos me diverti bastante e passei boas horas com bons livros, o que é muito mais importante para mim do que esses números. Apresento-lhes, então, os meus 10 livros preferidos em 2013!

1º - O vento pela fechadura


Claro que meu querido Stephen King estaria em primeiro lugar! :) E foi difícil escolher um, pois li dois livros muito bons dele este ano... Mas escolhi este porque me transportou de volta ao Mundo Médio e pude rever meus queridos Roland, Susannah, Eddie, Jake e Oi.


Uma pessoa jamais fica velha demais para ouvir histórias. Homem e menino, menina e mulher, jamais velhos demais. Nós vivemos para elas.


Resenha


2º - 11/22/63


E aqui está o King novamente, com a melhor história sobre viagem no tempo que já li até hoje. Um livro enorme, mas tão bom que não dá vontade de chegar ao final.


I started to think I'd found that old rabbit-hole for a reason. That's when I started to think about Kennedy. But your question reared its ugly head: can you change the past?


Resenha



3º - Inferno


Falando em voltar a ver personagens preferidos... Eu adorei a nova aventura de Robert Langdon! Fiquei totalmente grudada no livro e ainda por cima aprendi e refleti bastante.


Eu sou a Sombra.
Pela cidade atormentada, eu fujo.
Pela eterna desolação, corro para escapar.


Resenha


4º - Amante Consagrado

Pois é, este foi mesmo o ano de revisitar séries queridas! Adoro a Irmandade da Adaga Negra e estava com saudades de seus Irmãos. Este foi o sexto e ótimo livro da série.


O mago havia retornado.
Phury fechou os olhos e deixou a cabeça encostar na cabeceira. Ah, que inferno, o que ele estava dizendo? O mago nunca tinha ido embora.


Resenha


5º - O duque e eu

O primeiro livro da série Os Bridgertons é um romance histórico muito divertido! Dá vontade de passar os dias lendo todos os livros da série.


Simon sentiu no âmago a rejeição do pai. Experimentou uma espécie peculiar de dor tomando conta de seu corpo e envolvendo o coração. E, conforme o ódio lhe invadia e transbordava por seus olhos, ele fez uma promessa solene.
Se não podia ser o filho que seu pai queria, então seria exatamente o oposto.

Resenha


6º - O príncipe da névoa

O primeiro de uma trilogia infanto-juvenil de Zafón me deixou grudada no livro até o fim da leitura. Mistério e aventura não faltam!


- Max! - gritou a voz do pai, chamando-o. - Estamos indo!
- Já vou... - murmurou Max consigo mesmo, sem parar de olhar para os ponteiros.
O relógio não estava desregulado; funcionava perfeitamente, mas com uma peculiaridade: andava para trás.

Resenha


7º - Delírio

Você consegue imaginar um mundo sem amor? Essa é a proposta de Delírio, uma distopia assustadora.


Há sessenta e quatro anos o presidente e o Consórcio identificaram o amor como uma doença, e faz quarenta e três anos que os cientistas descobriram a cura. (...) Minha intervenção está agendada para daqui a exatos noventa e cinco dias: três de setembro. Meu aniversário.

Resenha


8º - Secret for a song

Um New Adult com uma história mais séria, que me prendeu até a última página e me fez descobrir um novo mundo: das pessoas com Síndrome de Munchausen.


I ate my first needle when I was seven.

Resenha





 9º - Little Brother

Um livro com um tema super atual: vigilância, privacidade e tecnologia. Um novo olhar para um mundo que já está acontecendo.


I’m a senior at Cesar Chavez High in San Francisco’s sunny Mission district, and that makes me one of the most surveilled people in the world. My name is Marcus Yallow, but back when this story starts, I was going by w1n5t0n. Pronounced “Winston.”

Resenha



10º - Equinócio

Um dos únicos dois livros nacionais que li este ano (o outro foi um do Gustavo Cerbasi). Meta para 2014: ler mais autores nacionais! E com esse romance diferente e envolvente, encerro o top 10 de 2013.


Nate eleva os pés do chão. Suas asas abertas estendem-se de um lado ao outro do quarto, tocando as paredes. E ele permanece assim, imóvel, como se fosse um afresco no teto do meu quarto. Toda a beleza, todos os movimentos artísticos, sem paralelo para os meus sentidos: tudo está aqui.

Resenha



Fogos de artifício - imagem original: Times of India
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