10 de julho de 2014

A culpa é das estrelas


O grupo era formado por um elenco rotativo de pessoas com várias questões psicológicas desencadeadas pelos tumores. A razão de o elenco ser rotativo? Efeito colateral de se estar morrendo.

Hazel Grace, de 16 anos, tem um câncer terminal. Ela frequenta o grupo de apoio no porão de uma igreja, com outros pacientes jovens como ela. Certo dia, ela encontra lá Augustus Waters, que não para de lhe olhar...

Alguns infinitos são maiores que outros.

Eu estava com um pouco de receio de ler este livro. Primeiro, porque não gosto de ler livros sobre câncer e achei que ia sofrer demais com a leitura (já perdi três parentes para essa doença, quem já enfrentou isso sabe como é difícil). Segundo, porque é um livro que está muito "na moda" atualmente, e eu tinha medo de criar grandes expectativas e me decepcionar. Mas, como saiu o filme e eu gosto de ler o livro antes de ver o filme, decidi arriscar. E pude entender o que encanta tanto, pois também fui fisgada pela história de Hazel e Gus.

A história deles é trágica e romântica... Mas o que mais gostei foi O JEITO que ela foi contada. Os diálogos são inteligentes, com várias sacadas geniais. Apesar do tema (câncer) ser tenebroso, a história não é pesada. Hazel, que nos conta a história, consegue manter o tom leve da história. Mas nós também sofremos com ela...


Depois de ler A culpa é das estrelas, pude entender porque esse livro é tão amado. Realmente, não é uma moda - eu já me vejo relendo-o no futuro. É uma história linda, que nos marca e nos faz pensar. Recomendo.

Outras capas:


Nota:

Imagem original do filme: thefaultinourstarsmovie.com; capas: Goodreads
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