10 de fevereiro de 2015

Amante Vingado

7º livro da série Irmandade da Adaga Negra.
Atenção! Esta resenha pode conter spoilers dos livros anteriores da série!

Resenhas anteriores:
1. Amante Sombrio
2. Amante Eterno
3. Amante Desperto
4. Amante Revelado
5. Amante Liberto
6. Amante Consagrado

A natureza obscura de Rehv fervilhava como um criminoso impaciente para obter a liberdade condicional. As más ações e os jogos de poder eram uma compulsão inerente àqueles que levavam o sangue de seu pai, e parte dele desejava criar o caos... E entrar nele.

Rehvenge sempre viveu à margem da sociedade, apesar de sua família fazer parte da glymera, a aristocracia vampírica. O motivo? Ele é meio vampiro, meio sympatho (seres que manipulam as emoções). Isso fez com que se envolvesse com atividades ilegais, como drogas e prostituição. Ninguém pode saber de seu segredo. Mas como é possível mantê-lo guardado quando Rehvenge se apaixona?

Rehvenge tem muitos problemas, e ser sympatho é apenas um deles. Eu sofri muito com ele, tinha vontade de abraçá-lo, dizer que nada disso era culpa sua... Que bom que ele encontra Ehlena em seu caminho. A vampira trabalha como enfermeira, sustenta o pai e também tem uma história difícil, mas ela não se intimida pelo vampiro de moicano e olhos de ametista. E, vamos combinar, que vampiro!


Neste livro também acompanhamos bastante John e Xhex, e Wrath e Bella. Tem até algumas cenas engraçadas. Imagine, por exemplo, o rei Wrath, filho de Wrath... brincando com um cachorro!

O que eu adoro nessa série é que, quando leio, entro totalmente no livro e me sinto parte da família que a Irmandade forma. Até fiquei triste quando cheguei ao final, pois estava acostumada com os Irmãos na minha vida, durante a leitura.

A Irmandade da Adaga Negra é uma das poucas séries que conseguem manter a qualidade em todos os livros. Este é o 7º livro da série e mais um que entrou para os meus favoritos.

Outras capas:


Nota:

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Este livro faz parte do TBR Book Jar 2015.
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