10 de novembro de 2015

Dez coisas que aprendi sobre o amor

Parei no último degrau, olhando para o mesmo botão de metal da campainha que estou vendo agora, enquanto Tilly procurava suas chaves. Pensei em como a porta não parecia nossa porta da frente e apertei a campainha para ver como ela soaria do lado de dentro.

Em capítulos alternados, acompanhamos a história de Alice e Daniel. Alice volta para sua casa, na Inglaterra, para ver o pai, que está morrendo. Daniel vaga pelas ruas, a procura de alguém.

Esse livro foi uma verdadeira montanha-russa para mim.

Até por volta da página 80, a leitura estava se arrastando. Não estava entendendo nada direito, as duas narrativas, de Alice e de Daniel, pareciam um monte de frases jogadas. Estava quase desistindo, até que entendi quem Daniel realmente era. Aí, o livro começou a ficar bom e eu estava gostando bastante... Até alcançar o final, que foi totalmente decepcionante. 250 páginas e tanto sofrimento pra isso?!

O livro termina sem explicar nem resolver nada. Alice passa o livro inteiro lamentando a morte da mãe (pela qual se sente culpada) e o término de seu relacionamento com Kal (não sei por que, já que ele é um tosco). Não entendi por que Daniel era mendigo nem por que aconteceram certas coisas no seu passado. Enfim, não entendi nada. Para mim, foi um livro meio sem sentido.


Como eu gostei da parte do meio do livro e das listas, que iniciam cada capítulo, acabei dando três estrelas. Mas eu não leria de novo. Porém, como sempre digo, cada pessoa sente coisas diferentes com cada leitura; por isso, leiam e tirem suas próprias conclusões.

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela Novo Conceito.
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