12 de novembro de 2016

Reiniciados

Estranho.
Tudo bem, não tenho muita experiência nisso para embasar este julgamento. Posso ter dezesseis anos, não ser lenta, ou retardada, nem ter sido trancada num armário desde o nascimento - até onde eu saiba -, mas ser transformada numa Reiniciada faz isso com você. Deixa a pessoa vazia de experiências.

Kyla é uma Reiniciada. Ela não sabe o que fez, pode ter sido uma criminosa, terrorista ou simplesmente ter irritada alguém. Mas suas memórias foram apagadas e agora ela tem uma nova chance, um recomeço. Isso se seguir as regras.

Ela vai morar com seus novos pais e sua nova irmã - também uma Reiniciada. Porém, ela tem dificuldade em se adaptar. Parece que algo está errado e não se encaixa. Ela começa a ter visões de seu passado, o que deveria ser impossível para um Reiniciado. E elas podem levá-la a ter problemas...

Depois de Jogos Mentais, fiquei com vontade de ler mais livros da autora, Teri Terry. Por isso, decidi solicitar este livro à editora, já que havia lido várias resenhas positivas sobre ele.

Eu não sabia que iria gostar tanto assim de Reiniciados! A história de Kyla é cercada de mistérios e segredos e, como o livro é contado em primeiro pessoa, vamos desvendando-os devagar, junto com ela. Por isso, não quero escrever mais nada sobre a história, o legal é ir descobrindo aos poucos mesmo.  E olha que a narrativa é daquelas que não dá vontade de parar de ler.


Porém, posso dizer que a história toda dos Reiniciados é interessante e também um pouco assustadora, pois significa que, se você não seguir as regras, eles podem pegar sua vida e jogá-la inteira fora, lhe obrigando a começar uma nova vida.

O final do livro é tenso e não sei o que esperar dessa história. Felizmente não vou precisar esperar muito, pois toda a trilogia já foi publicada no Brasil. Se você gosta de distopias, recomendo!

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela Farol Literário.

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