17 de agosto de 2017

Quero ver no Brasil: Agosto/2017

Oi pessoal! Hoje é dia de conferir os quatro lançamentos internacionais que mais me chamaram a atenção neste mês!


* Magia e família são os principais temas de Wicked like a wildfire (Perverso como um incêndio). Iris e Malina são duas irmãs que, após a morte de sua mãe, descobrem uma maldição que assombra sua família.

* Baseado em clássicos do terror e ficção científica, esta é a história de um notável grupo de mulheres que se reúnem para resolver uma série de assassinatos terríveis. The Strange Case of the Alchemist's Daughter (O estranho caso da filha do alquimista) conta com nomes conhecidos como Dr. Jekkyll & Mr. Hyde, Sherlock Holmes e Frankenstein.

* Este é um livro infantil, mas que eu quero com certeza. The X-Files: Earth Children Are Weird (Arquivo X: Crianças terrestres são estranhas) é um livro ilustrado contando com pequenos Mulder e Scully resolvendo um caso ao acamparem no quintal.

* Apesar desta personagem ter aparecido pouco até agora, fiquei muito curiosa pela história dela. Isso será resolvido em Star Wars: Phasma, que pretende contar a origem da misteriosa capitã.

Quais livros vocês querem que sejam publicados aqui no Brasil?

14 de agosto de 2017

American Horror Story: Freak Show


Freak Show é o título da quarta temporada da série American Horror Story. Cada temporada conta uma história independente de terror. Confira as resenhas das temporadas anteriores:

1. Murder House
2. Asylum
3. Coven

Como o próprio título diz, esta temporada conta a história de um circo de horrores, em 1952, na Florida. Nessa época, esse tipo de circo era famoso por mostrar pessoas com deformidades e outros problemas genéticos.

Apesar de considerarmos isso hoje como totalmente incorreto, na época as pessoas tinham muito preconceito com esses seres (humanos). Isso é mostrado na série e foi o que achei mais triste. Também foi a temporada que mais gostei até agora, pois mostrava um sentimento de família e amizade muito forte entre os freaks.

Sempre digo que a melhor parte dessa série são os atores e atrizes, que acho sensacionais. Nesta temporada, temos as participações especiais de Michael Chiklis, como o homem mais forte do mundo, e Neil Patrick Harris como um mágico e ventríloquo fracassado. Mas o melhor ator, na minha opinião, foi Finn Wittrock. Ele me fez odiar com todas as forças o personagem que interpreta, Dandy, um cara mimado com tendências assassinas.

Freak Show conta também com alguns freaks de verdade - sim, nem todos são maquiagem e efeitos especiais. A pequena Ma Petite é interpretada por Jyoti Amge, que está no Guinness por ser a menor mulher do mundo, assim como outros atores são retratados com suas próprias deficiências.


Enfim, esta temporada foi, para mim, muito mais drama que terror. Apesar de ter um palhaço assassino no meio e alguns elementos sobrenaturais, eu me senti como parte da família dos freaks. Adorei e recomendo.

10 de agosto de 2017

A Escolha dos Três (releitura)

2º livro da série A Torre Negra.
Atenção! Esta resenha contém spoilers do livro anterior da série!

Leia a resenha do livro anterior:
1. O Pistoleiro

Três. Este é o número do seu destino.
Três?
Sim, o três é místico. O três está no coraçao do mantra.

Após seu encontro com o Homem de Preto no deserto, Roland já sabe qual seu próximo passo em direção à Torre Negra: encontrar três portas, e com elas três pessoas que irão ajudá-lo a atingir seu objetivo. São elas: o Prisioneiro, a Dama das Sombras e a Morte.

O segundo livro da série já começa com Roland se ferrando MUITO. Em uma praia ele é atacado pelas lagostrosidades - monstros parecidos com lagostas que saem do mar - e perde vários dedos. Isso poderia ser fatal para um homem qualquer, mas não é páreo para o nosso pistoleiro.

Eu gostei bastante de reler este livro, pois pude passar por vários detalhes que já havia esquecido. Uma cena que me diverti bastante foi quando Roland conhece Eddie e fica abismado com o fato do mundo dele (o nosso mundo) possuir papel e açúcar por toda parte. Como diz Roland (e eu concordo): quem precisa de cocaína quando se tem açúcar?

A Escolha dos Três continua a saga A Torre Negra, com novos personagens, que aposto que também irão lhe cativar. Já quero reler logo o próximo livro para passar mais tempo com Roland, Eddie e Odetta (a Detta eu dispenso).

Só assuma riscos aceitáveis. E procure minimizar os outros. Em outras palavras, escore sempre a maçaneta com uma cadeira.

Outras capas:


Nota:

7 de agosto de 2017

Cartas para uma falsa dama

O olhar de Francesca se fixou em seu anel de carimbo, o anel que Tristan lhe dera no dia do casamento. Um nó se formou em sua garganta. (...) Tristan era um homem incrivelmente lindo, a ponto de ser chamado com frequência de Tristan le Beau; Tristan, o belo. Infelizmente para Franscesca, a imagem dele não desaparecera com o tempo; ela não fora capaz de esquecê-lo.

Ano 1176, condado de Champanhe, França. Há dois anos, Tristan deixou sua esposa, Francesca, para defender o ducado da Bretanha. Ela lhe escreveu por todo esse tempo, mas suas cartas nunca tiveram resposta. Agora, Tristan está de volta. Será que os dois irão se reconciliar depois de tanto tempo sem se falarem?

Fazia algum tempo que não lia um romance histórico que me prendesse, e gostei bastante de Cartas para uma falsa dama. No começo já senti compaixão pela Francesca. Ela era apaixonada pelo marido, mesmo tendo convivido pouco com ele, e se sentia muito triste por achar que ele havia ignorado todas as suas cartas.

Nesse momento, claro, pensei que Tristan seria um ordinário. Mas depois aprendemos que não, que havia um motivo para que ele não recebesse as cartas da esposa e que ele também a amava profundamente.

O amor entre os dois é muito forte e permeia todo o livro, mas sem ser meloso ou enjoativo. Também há outros tipos de amor, como o de Francesca pelo homem que a criou como filha, sem saber que ela não era sua filha biológica, e vice-versa.

Cartas para uma falsa dama é o 5º livro de uma série, chamada Cavaleiros de Champanhe. Não sei por que a editora resolveu publicar este primeiro, mas eu não li os anteriores e também não senti falta. É uma história independente e fechada. Recomendo para quem gosta de históricos com um belo romance.

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela Harlequin.

3 de agosto de 2017

Resumo do Mês: Julho/2017

Oi pessoal! Tudo bem com vocês?

Julho foi um mês meio entediante, que demorou para passar... Foi assim com vocês também?

* Leituras: Este mês consegui ler cinco livros, de gêneros variados (sendo uma releitura), e dois quadrinhos!


* Compras: Comprei algumas coisinhas de papelaria (adesivos, post it e washi tape) na Minimalices, e também comprei uma fonte de água para os meus gatos na Cat Club.


* Resenhas do mês:

* Mais posts:

Minha leitura, ou melhor, releitura preferida deste mês foi A Escolha dos Três, do Stephen King. O que vocês leram de bom?

31 de julho de 2017

As Sete Vidas do Amor

De repente se dá conta de que o roubou e pensa em voltar para devolvê-lo. Mas como aguentar as ladainhas do padre? Vai ver que dali a alguns dias irá aparecer lá em casa. E Giulio?
O marido certamente dirá: "O que deu em você, Ada? O que passou pela sua cabeça?"

Quando vi a capa desse livro, precisava levá-lo para casa. Amo gatos e acho que os gatos pretos são os mais especiais de todos.

As Sete Vidas do Amor começa com Ada, uma senhora italiana que vai até a igreja católica do bairro se confessar e acaba "roubando" um gato persa que vive por ali. Sem saber o que fazer depois, ela corre até o apartamento de Mara, a melhor amiga de sua filha, Nina.

Mara divide o lugar com mais duas moças: Bea, uma aspirante a modelo, e Zoja, uma ucraniana que foi para a Itália para prover sustento a sua família. A partir daí, a narrativa vai acompanhando esses e mais outros personagens ao mesmo tempo. Não há um personagem principal, todos fazem parte da história.

Pelo título, eu esperava um romance, mas se tem algo que não vi em momento algum nessa história foi amor. Ada e o marido só brigam, Bea é extremamente irritante, Nina é chata... A única personagem mais ou menos interessante foi Zoja, pois era nítido como ela se esforçava para que o filho dela, que ficou na Ucrânia, pudesse ter uma vida melhor. Além disso, por causa da quantidade de personagens, no começo a leitura era muito confusa e demorou para engatar.

As Sete Vidas do Amor é um livro cujo o título tem pouco a ver com o conteúdo do livro. Foi uma experiência interessante, mas não leria novamente.

Outras capas:


Nota:

29 de julho de 2017

Harlequin: Lançamentos de Agosto/2017

Oi pessoal! Vamos conhecer os lançamentos de agosto da Harlequin?

Na coleção de livraria, chegam três lançamentos. A continuação de Jogo de Sedução, e a série de Sue Hecker, que apesar do nome americano é bem brasileira!


Também tem várias novidades nas bancas, de autoras já conhecidas pelas leitoras de romances.



Quais livros vocês querem ler?

27 de julho de 2017

Allegiant

3º livro da trilogia Divergent.
Atenção! Esta resenha pode conter spoilers dos livros anteriores da série!

Resenhas anteriores:
1. Divergent
2. Insurgent

I'm trying to trust him. But every part of me, every fiber and every nerve, is straining toward freedom, not just from this cell but from the prison of the city beyond it.
I need to see what's outside the fence.

Estou tentando confiar nele. Mas cada parte de mim, cada fibra e cada nervo, está indo em direção à liberdade, não apenas desta cela, mas da prisão da cidade além dela.
Preciso ver o que está do lado de fora da cerca.

Eu amei o primeiro livro. O segundo eu gostei bastante. Já o terceiro... Veronica Roth, o que você fez com a sua trilogia?

Se tem algo que eu penso sobre livro e filmes, é que tem coisas na narrativa que não é preciso explicar. Elas estão lá e fazem parte do universo da narrativa. Não era preciso explicar por que existem as facções, nós aceitaríamos que elas existem e pronto. Entretanto, a autora quis explicar. E foi aí que ela escorregou feio.


A explicação é tosca, não faz sentido, é cheia de furos. Sobre o que é ser divergente então, não vou nem comentar. Poderia ter deixado tudo no ar e focar o último livro na Tris salvando o mundo, mas não, a autora inventou um pano de fundo que simplesmente não cola.

Outro ponto ruim de Allegiant é que, ao contrário dos livros anteriores, que eram narrados apenas por Tris, neste os capítulos são alternados entre Tris e Tobias. Mas ele não tem voz, não tem personalidade. É impossível distinguir um do outro. Toda hora eu ficava voltando no começo do capítulo para lembrar de quem estava falando.

Divergent foi uma trilogia que teve um começo excelente, mas que a autora não soube finalizar. Uma pena, pois o mundo dela é muito interessante e merecia um final melhor.

Outras capas:


Nota:

24 de julho de 2017

Eu fui: A Era do Rock


No começo de julho eu fui conferir a peça musical A Era do Rock em São Paulo, no teatro Porto Seguro. A peça americana, sucesso da Broadway, já foi adaptada para o cinema (não assisti para poder comparar) e este ano chegou ao Brasil.

Na adaptação brasileira, foram mantidas as músicas originais em inglês - ainda bem, pois elas consistem em músicas de rock de bandas super conhecidas, como Journey, Bon Jovi e Poison.

A história se passa nos anos 1980 e começa com Sherry (interpretada por Thuany Parente), típica garota de cidade pequena, chegando em Los Angeles com o sonho de ser atriz. Com a ajuda de Drew (Diego Montez), ela vai trabalhar no bar de rock The Bourbon Room.

Eu adorei esse musical! Dei várias risadas e gostei bastante das músicas. Os atores são ótimos e alguns eu já tinha visto em outros musicais que passaram por São Paulo. A banda, que fica o tempo todo no palco e até interage com os atores, é sensacional.

Quem não entende inglês vai ter dificuldade para entender a relação entre as músicas cantadas e as cenas em que elas ocorrem. Mas, também, acho difícil isso acontecer, já que o público-alvo obviamente é quem gosta de rock.

Quem quiser conferir, precisa correr: a peça fica em cartaz só até 31 de julho.

Créditos da imagem: Opinião de Peso

20 de julho de 2017

Jogo de Sedução

O imenso navio branco de cruzeiro, o Celebration, aguardava no porto - uma promessa de diversão, descanso, romance. Ao atravessarem o passadiço, deixariam de ser contadores, subgerentes ou professores, e passariam a ser estimados passageiros, e poderiam ter certeza de que seriam alimentados, mimados e entretidos durante os dez dias seguintes.

Quando vi esse lançamento de livraria da Harlequin, fiquei empolgada. Afinal, Nora Roberts é uma das minha autoras favoritas e nunca me decepciona. Porém, com Jogo de Sedução eu aprendi: nunca diga nunca.

O romance prometia ser bom. Serena MacGregor trabalha em um navio de cruzeiro, o que com certamente iria me levar para praias paradisíacas, shows noturnos e cassinos animados. O problema começa logo nas primeiras páginas, quando seu par romântico apareceu.

Justin Blade, em alguns segundos, se sente atraído por ela. Até aí tudo bem, pode ser paixão à primeira vista, mas ele logo a beija e a toca sem o consentimento dela. Isso acontece em outros momentos também, o cara fica insistindo apesar de ela dizer que não quer nada com ele.

O estopim, para mim, foi quando ele conta a história dos seus antepassados, dizendo com orgulho que um de seus ancestrais viu uma bela mulher sozinha e "a tomou para si". Depois disso, ainda diz que isso virou "tradição". Quando um deles "deseja uma mulher com cabelos dourados... ele a toma para si".

Desculpe, Harlequin. Você é editora parceira do blog, mas eu desisti do livro na página 55. Não consigo engolir um livro que romantiza a cultura do estupro, não quando nós mulheres estamos lutando tanto para combatê-la.

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela Harlequin.

17 de julho de 2017

Quero ver no Brasil: Julho/2017

Quero ver no Brasil é uma coluna do blog onde mostro alguns lançamentos internacionais que gostaria de ver publicados por aqui. Hoje eu trago quatro livros de gêneros bem diferentes que me chamaram a atenção.


* Entre os lançamentos YA, esse parece ser bem interessante. Bernice Aurora Wescott tem apenas uma coisa que não quer que ninguém saiba: seu nome. Isto é, até que Bee conhece Levi, um garoto que gerencia uma organização de caridade chamada The Color Project.

* Tem romance novo da Susan Mallery na área! Secrets of the Tulip Sisters conta a história de duas irmãs, que tem um relacionamento complicado desde que a mãe as deixou, quando elas eram adolescentes.

* Os fãs de fantasia devem gostar de Daughter of the Burning City. Uma nova fantasia sombria, irresistível, no infame Festival de Gomorra, um carnaval itinerante de libertinações que atende aos mais estranhos sonhos e desejos.

* Já quem gosta de histórias policiais, deve gostar de Stillhouse Lake. Gina Royal é a definição de média - uma tímida dona de casa do centro-oeste americano com um casamento feliz e duas crianças adoráveis. Até que um acidente de carro revela a vida secreta do marido como um assassino em série.

Quais livros vocês querem ler?

13 de julho de 2017

O Pistoleiro (releitura)

O homem de preto fugia pelo deserto, e o pistoleiro ia atrás.

O Pistoleiro inicia a saga A Torre Negra, de Stephen King. Conta a história de Roland de Gilead, que está atravessando o mundo atrás daquele que desgraçou sua família. Ele tem muitos nomes, mas é conhecido atualmente como Homem de Preto.

Eu li esse livro pela primeira vez em 2004, quando ele foi lançado no Brasil pela editora Objetiva. Com o advento do filme baseado na saga, fiquei com vontade de relê-la.

O primeiro livro é, na verdade, o que menos gostei da série. Não que ele seja ruim, muito pelo contrário. Mas a narrativa é mais devagar. Somos apresentados a muitos termos e personagens de uma vez. Até a conversa entre Roland e o Homem de Preto é confusa - e só fez sentido agora, que já li todos os livros.

Por isso, quem não é realmente fã de Stephen King pode desistir de ler A Torre Negra durante o primeiro livro. Mas, não desistam. Continuem lendo que ela só melhora. Eu ainda quero reler todos os outros livros, pois eles me tocaram de várias maneiras. E, para quem já leu a saga, recomendo reler o primeiro livro, porque foi só com essa releitura que percebi que a saga toda estava delineada ali.

Longos dias e belas noites para vocês.

Outras capas:


Nota:

10 de julho de 2017

Extraordinário

Sei que não sou um garoto de dez anos comum. Quer dizer, é claro que faço coisas comuns. Tomo sorvete. Ando de bicicleta. (...) Mas sei que as crianças comuns não fazem outras crianças comuns saírem correndo e gritando do parquinho.

August Pullman, mais conhecido como Auggie, tem dez anos e já passou por mais de vinte cirurgias. Ele nasceu com uma deformidade facial, que já lhe impôs diversos problemas. O maior deles, talvez, é a reação que as pessoas têm quando vêem seu rosto.

Auggie estava estudando em casa, mas agora ele vai entrar em uma escola comum. Não sei quem fica mais apreensivo, o menino ou seus pais. Apesar de seu rosto diferente, Auggie não se vê tão diferente dos outros garotos.

Já tinha lido diversas resenhas e comentários positivos sobre Extraordinário, mas não estava preparada para gostar tanto desse livro! Em primeiro lugar, eu amei o Auggie. Ele é inteligente, divertido, gosta de Star Wars... E, apesar de tudo o que aconteceu com ele, sempre procura ver o lado bom das coisas.

Outra coisa legal no livro é que ele é contado em primeira pessoa, mas por diversos personagens. E nisso a autora se deu bem. Tem muitos livros que, quando troca o narrador, a gente nem percebe, mas neste livro isso ficou muito nítido.


O livro é cheio de lições sobre empatia, aceitação, amizade... Uma leitura maravilhosa, que certamente agradará leitores de todas as idades. Deveria, também, ser leitura e discussão obrigatória nas escolas, onde muitos meninos e meninas sofrem mais bullying do que Auggie.

Extraordinário foi adaptado para o cinema e o filme deve estrear em novembro (veja o trailer aqui). O trailer já é bem emocionante. Se eu já chorei no livro, vou ter que levar uma caixa de lenços para o cinema.

Outras capas:


Nota:

7 de julho de 2017

Série: American Horror Story - Coven


Confesso: eu viciei na série American Horror Story. Para quem não leu, tem resenha das temporadas anteriores aqui no blog:
1. Murder House
2. Asylum

Se tem duas palavras que definem a terceira temporada, Coven, elas são: girl power. Juntam-se ao já conhecido time de divas: Kathy Bates, Angela Bassett, Emma Roberts e Gabourey Sidibe. Todas essas mulheres para contar a história de uma escola de bruxas na Nova Orleans atual, cujas habitantes descendem as bruxas de Salem.

Mas esqueça Harry Potter. Aqui cada bruxa tem um poder e ás vezes eles não são bonitos... Como Zoe, que sempre mata os homens durante o ato sexual, e Queenie, que é praticamente um boneco de vodu humano.

Falando em vodu, é claro que se a história se passa em Nova Orleans ele estaria presente. E com ele vem Marie Laveau, uma bruxa imortal, que séculos atrás aprisionou Delphine LaLaurie, que torturava negros em sua mansão.

Eu gostei bastante de Coven. Todas as atrizes estão perfeitas em seus papéis e a história prende até o último minuto. Recomendo!

5 de julho de 2017

Harlequin: Lançamentos de Julho/2017

Oi pessoal! Vamos conhecer as novidades da Harlequin de julho? As sinopses estão disponíveis aqui.


3 de julho de 2017

Resumo do Mês: Junho/2017

Oi pessoal! Tudo bem com vocês? Como passaram o mês de junho, foram em muitas festas juninas? Eu adoro essas festas - principalmente pela comida, claro! Junho e julho são dois meses em que não dá pra ser magro!

* Leituras: esse mês eu li muito! :O


* Recebido: da parceira Harlequin, um kit com os lançamentos de livraria.


* Resenhas do mês:

* No Netflix:

Minha leitura preferida de junho foi Extraordinário, amei esse livro (ainda preciso escrever a resenha). E de vocês?

29 de junho de 2017

Insurgent

2º livro da trilogia Divergente. Leia a resenha do primeiro livro aqui.
Atenção! Esta resenha contém spoilers do livro anterior da série!

I open my eyes, terrified, my hands clutching at the sheets. But I am not running through the streets of the city or the corridors of Dauntless headquarters. I am in a bed in Amity headquarters, and the smell of sawdust is in the air.

Abro meus olhos, aterrorizada, minhas mãos agarrando os lençóis. Mas não estou percorrendo as ruas da cidade ou os corredores da sede dos Dauntless. Estou em uma cama na sede da Amity, e o cheiro de serragem está no ar.

Após o início da guerra entre as facções, Tris e Tobias não podem mais voltar ao quartel-general dos Dauntless. Por isso, eles vão buscar abrigo entre os Amity. Mas Tris está inquieta. Ela quer que a guerra termine, que as pessoas parem de morrer e de matar. E vai encontrar um jeito de conseguir isso.

Eu havia adorado Divergent, portanto não via a hora de começar a ler Insurgent. Aqui, encontrei uma Tris abalada por tudo que aconteceu. Mas também, a vida da garota até agora não foi fácil. Imagine perder o pai e a mãe no mesmo dia e ainda ter que atirar em um de seus poucos amigos... Consegui entender por que ela estava tão revoltada e tinha um sentimento muito grande de querer resolver tudo.

Outro ponto positivo é que pudemos conhecer mais as outras facções: Erudite, Candor e Amity. Também teve várias discussões políticas em relação a organização da sociedade em facções e sobre a importância dos Divergentes.


A única coisa que não gostei na narrativa foi o relacionamento entre Tris e Tobias. Os dois toda hora brigavam e se reconciliavam. Amigos, está tendo uma guerra lá fora, não é possível que vocês tenham tempo para esse tipo de coisa.

Tirando isso, eu gostei bastante de Insurgent. Que venha o último livro da trilogia, Allegiance!

Outras capas:


Nota:

26 de junho de 2017

Dito Pelo Não Dito

Anaoj sumiu na penumbra, da mesma forma que apareceu. (...) Olhou para Mauro, estirado na cama, esperando sua ajuda. Beijou-lhe a testa e partiu, iniciando uma estranha jornada para salvá-lo de sabe-se lá o que, entendendo menos ainda o como.

Em outubro/2016, eu divulguei aqui no blog um projeto literário que estava em financiamento coletivo. Além de divulgar, eu ajudei pelo Catarse, e este ano o livro chegou em casa.

Dito Pelo Não Dito conta a jornada de Joana, em busca de 10 pessoas que podem ajudar o seu namorado Mauro, que repentinamente entrou em coma profundo. A história mistura suspense e fantasia e é repleta de ilustrações.

O maior diferencial do livro é que ele foi escrito por 10 autores diferentes, que seguiram um roteiro pré-estabelecido pelos organizadores, Pedro Hutsh Balboni e Rodrigo Ortiz Vinholo. No final do livro eles explicam como foi o processo e mostram o roteiro que foi enviado aos escritores.

A ideia é muito legal e a história me interessou, pois eu queria saber por que o Mauro estava em coma e como a Joana iria ajudá-lo. Porém, talvez justamente por ter sido escrita por várias pessoas diferentes, achei-a cansativa. No começo de cada capítulo falava um pouco do que tinha acontecido no anterior, mas eu tinha acabado de ler o capítulo anterior, então estava tudo fresco na cabeça e acabava ficando repetitivo.


O final do livro também foi meio confuso, não entendi muito bem o que aconteceu e nem se Mauro foi salvo (o motivo da história existir!). Entretanto, o final também é aberto, com cara de que vai ter continuação. Eu espero mesmo que tenha, pois o mundo fantástico descrito no livro é bem interessante e gostaria de ler mais sobre ele.

Nota:

22 de junho de 2017

Amor Por Conveniência

Ele ergueu o copo para fazer o brinde. Agora, nada iria se interpor em seus caminhos. Nem mesmo as mulheres que seriam suas esposas por conveniência.

O milionário Ben Carter, dono de uma construtora de Nova York, faz parte de um clube secreto, com outros três donos de impérios. Os quatro fazem um plano: para salvarem suas reputações, precisam se casar. Para isso, contratam Elizabeth Young, que tem uma empresa especializada em encontras as futuras noivas.

Quem dá match com Ben é ninguém menos que Julianna Ford, também conhecida como Lia. Ela é filha de seu concorrente, com o qual já tentou fazer negócios há alguns anos. Por isso, Lia o rejeita de cara. Até que os dois participam de um baile de máscaras para a caridade.

Quando comecei a ler, achei que Ben ia ser o estereótipo do chefão milionário que costumamos ver nos livros de romance - ou seja, machista e irritante. Porém, ele não é assim! Ben nem sempre teve uma vida fácil, mas ele deu a volta por cima e construiu um império. E ele é um amor!

Já Lia me irritou, ela é aquele tipo de mocinha indecisa, que não sabe o que quer. Mas é claro que não é fácil resistir ao charme de Ben.

Amor Por Conveniência é um romance um pouco cansativo, principalmente por conta da mocinha. Eu fiquei mais curiosa para conhecer as histórias dos outros milionários, principalmente Xander, que parece ter um passado com a casamenteira.

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela Harlequin.

19 de junho de 2017

Harlequin: Lançamentos de Junho/2017

Oi pessoal! Vamos conhecer os lançamentos do mês da Harlequin? Estão chegando às bancas...


A Harlequin também está lançando uma coleção de livraria, com os livros abaixo.


Quais vocês querem ler?
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