20 de fevereiro de 2017

Ninfeias Negras

Três mulheres vivendo num vilarejo.
A terceira era a mais talentosa; a segunda, a mais esperta; a primeira, a mais determinada.
Na sua opinião, qual delas conseguiu escapar?



Giverny é um pequeno vilarejo na França, que se tornou ponto turístico conhecido mundialmente por ter sido o lar de Claude Monet, famoso pintor impressionista.

O que ninguém esperava, num lugar tão bucólico, é que ocorresse um assassinato. Um médico conhecido por todos é encontrado morto e dois investigadores assumem o caso.

Além deles, acompanhamos a história de três mulheres: uma menina de 11 anos que adora pintar, a professora da escola local, e uma idosa que observa a todos de seu moinho.

Não dá para falar muito sobre Ninfeias Negras sem entregar algo sobre o enredo. Este livro, como a grande maioria dos romances policiais, precisa ser lido sem se saber muito a respeito. Eu fiquei grudada no livro, louca para saber como ele iria terminar.

Imagem original: Arte na rede

Porém, algo que atrapalhou na história foi que detestei o investigador principal. O legal de livro policial, na minha opinião, é ir juntando as pistas junto com os detetives. Mas Sérénac, o detetive em questão, tem uma atitude totalmente anti-profissional, e peguei raiva dele e de uma personagem com quem ele se envolve.

O final é surpreendente, mas achei morno... Não foi um final que me deu vontade de reler para tentar juntar as pistas, ficou um sentimento de que o autor "trolou" o leitor.

Ninfeias Negras é um bom livro, tenso até a última página, mas cujo final me decepcionou. Ainda assim, o desenvolvimento da história foi interessante, por isso valeu a pena a leitura.

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela editora Arqueiro.
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