26 de abril de 2017

The Mirk and Midnight Hour

The mare let out a soft nicker, breaking the spell. I stood, stroking her neck and gazing into luminous brown eyes. "What happened to your master?", I whispered. I almost expected her to open her mouth and answer.

(A égua deixou escapar um relincho macio, quebrando o feitiço. Fiquei de pé, acariciando seu pescoço e olhando seus luminosos olhos castanhos. "O que aconteceu com seu mestre?", eu sussurrei. Quase esperava que ela abrisse a boca e respondesse.)

1861, início da Guerra Civil nos Estados Unidos. Violet Dancey é uma garota de 17 anos, que já perdeu seu irmão na guerra e agora dá adeus a seu pai, que está saindo de casa para lutar. Ele a deixa com sua nova madastra, sua nova irmã e seu priminho, Seeley.

Um dia, andando pela floresta, ela encontra Thomas, um soldado ferido. Apesar de seu uniforme indicar que ele está do outro lado da guerra, ela e Seeley começam a encontrá-lo às escondidas e a cuidar dele. Além disso, Violet tem que se preocupar com seu outro primo, Dorian, que talvez não seja mais a mesma pessoa com quem brincava anos atrás.

Gosto bastante de livros com fundos históricos. Essa parte é bem desenvolvida e o livro trás discussões importantes, através da mudança de pensamento da Violet. No início, ela não entende por que o Norte quer libertar os escravos (sua melhor amiga, Laney, é escrava de sua família); mas felizmente, quando ela conhece Thomas ela começa a questionar o por que deles (o Sul) manter as pessoas escravas.

O ponto que o livro escorregou, para mim, é na parte sobrenatural. Tem uma outra família envolvida na história, que supostamente tem poderes sobrenaturais, porém fica tudo muito mal explicado.

The Mirk and Midnight Hour é um livro que podia ser melhor. No final, foi uma leitura satisfatória. Que eu saiba, é inédito no Brasil.

Nota:

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