29 de junho de 2017

Insurgent

2º livro da trilogia Divergente. Leia a resenha do primeiro livro aqui.
Atenção! Esta resenha contém spoilers do livro anterior da série!

I open my eyes, terrified, my hands clutching at the sheets. But I am not running through the streets of the city or the corridors of Dauntless headquarters. I am in a bed in Amity headquarters, and the smell of sawdust is in the air.

Abro meus olhos, aterrorizada, minhas mãos agarrando os lençóis. Mas não estou percorrendo as ruas da cidade ou os corredores da sede dos Dauntless. Estou em uma cama na sede da Amity, e o cheiro de serragem está no ar.

Após o início da guerra entre as facções, Tris e Tobias não podem mais voltar ao quartel-general dos Dauntless. Por isso, eles vão buscar abrigo entre os Amity. Mas Tris está inquieta. Ela quer que a guerra termine, que as pessoas parem de morrer e de matar. E vai encontrar um jeito de conseguir isso.

Eu havia adorado Divergent, portanto não via a hora de começar a ler Insurgent. Aqui, encontrei uma Tris abalada por tudo que aconteceu. Mas também, a vida da garota até agora não foi fácil. Imagine perder o pai e a mãe no mesmo dia e ainda ter que atirar em um de seus poucos amigos... Consegui entender por que ela estava tão revoltada e tinha um sentimento muito grande de querer resolver tudo.

Outro ponto positivo é que pudemos conhecer mais as outras facções: Erudite, Candor e Amity. Também teve várias discussões políticas em relação a organização da sociedade em facções e sobre a importância dos Divergentes.


A única coisa que não gostei na narrativa foi o relacionamento entre Tris e Tobias. Os dois toda hora brigavam e se reconciliavam. Amigos, está tendo uma guerra lá fora, não é possível que vocês tenham tempo para esse tipo de coisa.

Tirando isso, eu gostei bastante de Insurgent. Que venha o último livro da trilogia, Allegiance!

Outras capas:


Nota:

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