7 de agosto de 2017

Cartas para uma falsa dama

O olhar de Francesca se fixou em seu anel de carimbo, o anel que Tristan lhe dera no dia do casamento. Um nó se formou em sua garganta. (...) Tristan era um homem incrivelmente lindo, a ponto de ser chamado com frequência de Tristan le Beau; Tristan, o belo. Infelizmente para Franscesca, a imagem dele não desaparecera com o tempo; ela não fora capaz de esquecê-lo.

Ano 1176, condado de Champanhe, França. Há dois anos, Tristan deixou sua esposa, Francesca, para defender o ducado da Bretanha. Ela lhe escreveu por todo esse tempo, mas suas cartas nunca tiveram resposta. Agora, Tristan está de volta. Será que os dois irão se reconciliar depois de tanto tempo sem se falarem?

Fazia algum tempo que não lia um romance histórico que me prendesse, e gostei bastante de Cartas para uma falsa dama. No começo já senti compaixão pela Francesca. Ela era apaixonada pelo marido, mesmo tendo convivido pouco com ele, e se sentia muito triste por achar que ele havia ignorado todas as suas cartas.

Nesse momento, claro, pensei que Tristan seria um ordinário. Mas depois aprendemos que não, que havia um motivo para que ele não recebesse as cartas da esposa e que ele também a amava profundamente.

O amor entre os dois é muito forte e permeia todo o livro, mas sem ser meloso ou enjoativo. Também há outros tipos de amor, como o de Francesca pelo homem que a criou como filha, sem saber que ela não era sua filha biológica, e vice-versa.

Cartas para uma falsa dama é o 5º livro de uma série, chamada Cavaleiros de Champanhe. Não sei por que a editora resolveu publicar este primeiro, mas eu não li os anteriores e também não senti falta. É uma história independente e fechada. Recomendo para quem gosta de históricos com um belo romance.

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela Harlequin.
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