16 de outubro de 2017

The Color of Magic

In a distant and secondhand set of dimensions, in an astral plane that was never meant to fly, the curling starmists waver and part...
(Em um conjunto de dimensões distantes e de segunda mão, em um plano astral que nunca tinha a intenção de voar, as poeiras cósmicas onduladas vacilam e partem...)

Depois de Direitos Iguais, Rituais Iguais, eu queria mergulhar de vez no mundo de Discworld. Mas sabia que teria que ir devagar, já que a série de Terry Pratchett possui 41 livros e tem uma ordem esquisita para ler (procurem no Google por "Discworld reading order" que vocês vão entender). Resolvi começar pelo começo e comprei o primeiro livro da série em e-book, desta vez em inglês, pelas razões que citei na resenha de Direitos Iguais, Rituais Iguais.

(Curiosidade: o e-book americano estava pela metade do preço do original, britânico, na Amazon. Vai entender.)

The Color of Magic não é um livro de leitura fácil. Isso porque tem vários sub-enredos acontecendo e muitos personagens aparecendo ao mesmo tempo, o que o torna um pouco confuso. Toda vez que eu voltava à leitura precisava reler as últimas linhas para lembrar onde havia parado.

Os personagens principais são os magos Rincewind e Twoflower - cuja melhor definição é a seguinte:

Twoflower was a tourist, the first ever seen on the Discworld. 
Tourist, Rincewind had decided, meant "idiot".
(Twoflower era um turista, o primeiro já visto no Discworld. Turista, Rincewind decidiu, significava "idiota".)

Há diversos momentos engraçados, outros tensos, mas a maioria sarcásticos. Meu personagem preferido, que eu queria para mim, foi Luggage - uma mala com pernas na qual cabe qualquer coisa e que segue fielmente seu dono.

O livro terminou no meio da ação e eu fiquei bem curiosa para saber o que vai acontecer com Rincewind e Twoflower. O próximo livro dos magos é The Light Fantastic, que logo pretendo adquirir também.

Outras capas:


Nota:
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