15 de abril de 2018

Rendezvous with Rama

In a way, it was a pity. An encounter with a dark star would have been quite exciting.
While it lasted...

De certa forma, era uma pena. Um encontro com uma estrela negra teria sido bastante empolgante.
Enquanto durasse...

Um enorme objeto aparece voando pelo sistema solar. Tendo já esgotado os nomes das mitologias gregas e romanas, os astrônomos partem para o hinduísmo e o nomeiam Rama.

Ao contrário do que se pensa a princípio, Rama não é um objeto natural, como um meteoro. É uma nave espacial enorme, indo em direção ao nosso sol. Logo os terráqueos enviam sua própria nave até Rama, com a missão de descobrir quem são e o que querem os Ramans.

Depois do genial O Fim da Infância, estava curiosa para ler outros livros de Arthur C. Clarke, um dos autores clássicos da ficção científica. Apesar de Rendezvous with Rama ter sido publicado pela primeira vez em 1973, o livro envelheceu bem e não parece datado.

Algumas partes da narrativas são um pouco devagar, enquanto outras são cheias de ação e imaginação - imagine um astronauta passando por uma colina artificial pedalando uma bicicleta em formato de libélula, enquanto foge de uma monstruosidade. O livro alterna esses momentos, sem ficar entediante.

Nós vamos descobrindo mais sobre os Ramans junto com os astronautas naquela missão, sentindo medo, alegria e curiosidade com eles. O livro termina sem muitas explicações, provando que o mais importante é a jornada e não o destino.

Rendezvous with Rama foi publicado no Brasil pela Editora Aleph, com o título Encontro com Rama. O livro tem 3 continuações (desnecessárias, a meu ver), co-escritas com outro autor.


Nota:

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