22 de junho de 2017

Amor Por Conveniência

Ele ergueu o copo para fazer o brinde. Agora, nada iria se interpor em seus caminhos. Nem mesmo as mulheres que seriam suas esposas por conveniência.

O milionário Ben Carter, dono de uma construtora de Nova York, faz parte de um clube secreto, com outros três donos de impérios. Os quatro fazem um plano: para salvarem suas reputações, precisam se casar. Para isso, contratam Elizabeth Young, que tem uma empresa especializada em encontras as futuras noivas.

Quem dá match com Ben é ninguém menos que Julianna Ford, também conhecida como Lia. Ela é filha de seu concorrente, com o qual já tentou fazer negócios há alguns anos. Por isso, Lia o rejeita de cara. Até que os dois participam de um baile de máscaras para a caridade.

Quando comecei a ler, achei que Ben ia ser o estereótipo do chefão milionário que costumamos ver nos livros de romance - ou seja, machista e irritante. Porém, ele não é assim! Ben nem sempre teve uma vida fácil, mas ele deu a volta por cima e construiu um império. E ele é um amor!

Já Lia me irritou, ela é aquele tipo de mocinha indecisa, que não sabe o que quer. Mas é claro que não é fácil resistir ao charme de Ben.

Amor Por Conveniência é um romance um pouco cansativo, principalmente por conta da mocinha. Eu fiquei mais curiosa para conhecer as histórias dos outros milionários, principalmente Xander, que parece ter um passado com a casamenteira.

Outras capas:


Nota:

Livro cedido para resenha pela Harlequin.

19 de junho de 2017

Harlequin: Lançamentos de Junho/2017

Oi pessoal! Vamos conhecer os lançamentos do mês da Harlequin? Estão chegando às bancas...


A Harlequin também está lançando uma coleção de livraria, com os livros abaixo.


Quais vocês querem ler?

15 de junho de 2017

Divergent

We walk together to the kitchen. On these mornings when my brother makes breakfast, and my father's hand skims my hair as he reads the newspaper, and my mother hums as she clears the table - it is on these mornings that I feel guiltiest for wanting to leave them.

(Caminhamos juntos para a cozinha. Nessas manhãs, quando meu irmão faz café da manhã, e a mão do meu pai esfrega meu cabelo enquanto ele lê o jornal, e minha mãe cantarola enquanto ela limpa a mesa - é nessas manhãs que eu me sinto mais culpada por querer deixá-los.)

No mundo de Beatrice Prior, as pessoas se dividem em facções, cada uma focada em uma virtude particular: Abnegation, Erudite, Dauntless, Amity e Candor (em português, a tradução foi: Abnegação, Erudição, Audácia, Amizade e Franqueza). Ao fazer dezesseis anos, todos devem escolher a sua facção; caso contrário, se tornam membros separados da sociedade, sem ter para onde ir.

Beatrice nasceu em Abnegation e cumpre o teste de aptidão, porém o que ele revela ela não poderá dividir com ninguém. Seu resultado é Divergente, ou seja, poderia pertencer a mais de uma facção. Porém, no dia de sua escolha, ela decide deixar sua família para fazer parte de Dauntless.

Lá, ela logo escolhe um novo nome, para deixar seu passado de vez para trás: Tris. Ela vai precisar passar pelos testes e treinamento dos Dauntless se quiser se tornar um deles.


Eu já havia assistido o filme baseado neste livro, mas agora comprei o box para ler toda a trilogia - meu box é em inglês, por isso estou mantendo os nomes em inglês na resenha, mas todos os livros já foram publicados no Brasil.

Eu adorei a Tris! Achei a personagem muito corajosa, por conseguir dizer adeus à sua família e ir para um mundo tão diferente. Quando o treinamento começa, ela já mostra que quer fazer aquilo dar certo e fazer parte dos Dauntless.

Como assisti o filme primeiro, enquanto lia ia imaginando os mesmos atores do filme como os personagens do livro. Já faz algum tempo que assisti mas o filme é bem fiel ao livro, praticamente todas as cenas do livro estão lá e eu ia repassando-as na minha cabeça.

Achei que não ia gostar tanto do livro porque já conhecia a história, mas eu amei Divergent. O livro tem bastante ação e uma protagonista forte, que representa bem uma mistura de virtudes entre as facções. Gostei tanto que já estou lendo a continuação. Para quem gosta de distopias, recomendo.

Outras capas:


Nota:

12 de junho de 2017

Quero ver no Brasil: Junho/2017

Bom dia! Vamos conferir alguns lançamentos internacionais deste mês? Venham comigo torcer para que esses livros sejam publicados por aqui. ;)


* O novo livro de Sarah DessenOnce and for All, se passa no mundo do planejamento de casamentos. Apesar do tema não me chamar a atenção, essa é uma das minhas autoras preferidas, então quero ler de qualquer jeito.

The Girl with the Ghost Machine é um livro mais infantil, mas com um tema que permeia todas as idades. Conta a história de Emmaline, uma menina que descobre uma máquina capaz de trazer as pessoas de volta do mundo dos mortos.

* Here Lies Daniel Tate conta a história de um menino que desaparece quando tinha dez anos de idade. Seis anos depois, é reencontrado e trazido de volta à sua família. Exceto que ele não é Daniel Tate.

* Cora Carmack, conhecida aqui pela trilogia iniciada com Perdendo-me, está de volta. Mas, desta vez, é um livro de fantasia: Roar, o primeiro volume da sua nova trilogia.

8 de junho de 2017

O Fim da Infância

Tudo o que as gerações passadas haviam conquistado era, agora, como nada. Um único pensamento se repetia na mente de Reinhold:
"A raça humana não estava mais só".

Durante a Guerra Fria, quando Estados Unidos e União Soviética competiam para ver quem chegaria antes às estrelas... as estrelas chegaram primeiro até eles. Acima das principais capitais do mundo, surgem naves espaciais gigantescas. Ninguém vê os invasores, que logo entram em contato. Os terrestres o denominam, convenientemente, de Senhores Supremos.

Se você acha que já viu esse começo em algum lugar, pode ter certeza. O filme Independence Day copiou descaradamente a abertura do livro. Porém, as similaridades terminam por aí.

Ao contrário dos ETs do filme, os Senhores Supremos parecem estar interessados em algo até então inatingível para a raça humana: paz mundial. Qualquer desordem ou guerra não é tolerada por eles. Logo, a humanidade passa a acatar as ordens dos Senhores, em troca de paz.

Eu fui lendo esse livro só esperando a m... atingir o ventilador. O que um bando de alienígenas (super inteligentes, já que eles tem naves capazes de atravessar o espaço) pretende com a Terra ficando em paz? Muitos anos se passam ao longo do livro, e só no final vamos entender os motivos deles, assim como o título do livro.

Ao longo da narrativa, também são discutidas várias questões filosóficas. Arthur C. Clarke me convenceu de que a Utopia é algo insustentável ao longo do tempo, e que talvez os seres humanos não estejam preparados para a paz total.


O livro foi publicado pela primeira vez em 1953, mas a história é atemporal e atual até hoje. Esse foi meu primeiro contato com o gênio da ficção científica Arthur C. Clarke, e já estou ansiosa para ler mais livros dele.

O Fim da Infância foi adaptado, recentemente, para uma minissérie de três episódios, pelo canal SyFy. Mas gostei tanto do livro que tenho até medo de assistir... Quem gosta de histórias bem escritas, que fazem pensar, não pode deixar de ler este livro.

Outras capas:


Nota:

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