11 de dezembro de 2017

Meu Planner 2018 - Tilibra West Village

Fazia muito tempo que eu queria um planner e finalmente comprei um, que irei estrear em 2018. Apresento-lhes meu querido e novo planner da Tilibra!


Me perguntaram no Instagram: o que é um planner? Sinceramente, acho que é a gourmetização das agendas. Até entendo que há diferenças: na agenda tradicional você planeja seu dia-a-dia, enquanto a ideia do planner é planejar tudo relacionado a sua vida (metas, séries que assiste, livros para ler etc). Porém, eu nunca achava um planner que fosse exatamente do jeito que queria. Todos que via sendo vendidos por aí eram caros - me desculpem, mas não tenho coragem de gastar mais de cem reais em um caderno - e tinham um monte de páginas que eu nunca iria usar. Eu queria o básico: espaço para planejar o mês e a semana, mais folhas extras para pensamentos aleatórios. E, claro, que fosse barato.

Foi aí que descobri a nova linha de planners da Tilibra para 2018. Este que eu comprei é da linha West Village, mas tem também das linhas Capricho, Hello Kitty, Neon e Menininhas. Tem tudo que eu preciso e é barato (paguei R$23 no Mercado Livre). Vou mostrar como ele é por dentro...

Ao abrir tem um envelope para guardar coisas aleatórias. Eu gosto de colocar nesse espaço cartões e outras coisinhas que ganho de amigos.


Não podiam faltar adesivos!


Páginas básicas de agenda, com os dados pessoais e calendário.


Visão mensal. Acho ótima para me programar. Vou usar o espaço lateral e embaixo para ir listando as tarefas que preciso fazer no mês.


Visão semanal. Aí tem algo que eu não gostei, que é o fim de semana dividido. Infelizmente a grande maioria das agendas vêm assim...


No final, tem várias folhas para anotações. Devo usar esse espaço para anotar os episódios de séries que tenho para ver, planejamento de viagens, o que vier na cabeça.


Enfim, eu gostei bastante desse planner da Tilibra e pretendo usá-lo no ano que vem. Um ponto negativo dele é a gramatura das páginas, elas são bem finas e acho que alguma caneta diferente de Bic vai vazar na folha. Mas, pelo preço que paguei, está ótimo.

Vocês usam alguma ferramenta para se planejarem?

7 de dezembro de 2017

The Wonderful Wizard of Oz

Dorothy lived in the midst of the great Kansas prairies, with Uncle Henry, who was a farmer, and Aunt Em, who was the farmer's wife. Their house was small, for the lumber who build it has to be carried by wagon many miles.

(Dorothy morava no meio das grandes pradarias do Kansas, com o tio Henry, que era fazendeiro, e a tia Em, que era a esposa do fazendeiro. Sua casa era pequena, pois a madeira que a construiu teve que ser carregada por vagão por muitas milhas.)

Nos últimos tempos, andei pensativa em relação às minhas leituras. Estava um pouco cansada de ler sempre os mesmos gêneros, tanto é que dei uma parada nas leituras de romances porque estava achando tudo muito igual. Estava com vontade de ler livros diferentes e se tem algo que fazia tempo que queria fazer, era começar a ler alguns clássicos da literatura.

Esses livros estão todos em domínio público (não sabe o que é? Leia meu post explicando aqui), mas eu também não queria baixar um PDFzão, queria um e-book formatado bonitinho para o Kindle e estava disposta a pagar alguns reais para isso. Pesquisando na Amazon, descobri uma coleção maravilhosa chamada AmazonClassics, com vários clássicos em e-book por ZERO reais (que eu saiba só tem em inglês). Ótima oportunidade para ler todos os clássicos que eu queria ler!

O primeiro e-book que experimentei foi The Wonderful Wizard of Oz, publicado no Brasil como O Mágico de Oz. Eu já tinha visto o filme há 938983 anos, mas nunca tinha lido o livro.

Follow the yellow brick road! (imagem original)

The Wonderful Wizard of Oz conta a história de Dorothy, que tem sua casa levada por um tornado e vai parar na terra de Oz com seu cãozinho Toto. Porém, a casa cai em cima de uma bruxa malvada! Logo ela faz amizade com outros personagens memoráveis e eles partem em busca do Mágico de Oz, a única pessoa que poderia ajudá-la a voltar para o Kansas.

O autor L. Frank Baum queria escrever um livro que fosse um conto de fadas moderno - para a época dele, comecinho do século 20. E deu certo! O livro é fofo e ao mesmo tempo cheio de lições. Também descobri que é o primeiro de uma série com 14 livros. Não se assustem, este livro tem final, podem ler tranquilos.

The Wonderful Wizard of Oz é um clássico atemporal, que inspirou diversos outros autores e gerou diversas releituras. É um conto de fadas que vale a pena ser lido por pessoas de todas as idades.

Outras capas:


Nota:

4 de dezembro de 2017

Resumo do Mês: Novembro/2017

Oi pessoal! Finalmente chegou a hora de arrumar a árvore de natal e encher a barriga de panetone! \o/
Vamos ver como foi o mês que passou?

* Leituras: Estou tentando variar os gêneros que leio e em novembro consegui fazer isso bem. Teve quadrinhos, livro técnico, fantasia, young adult, dinossauros e um clássico da literatura.


* Compras: Alguns livros e coisas de papelaria. Achei esse do Bukowski visitando uma livraria física e não resisti (compro tudo que é de gato). Também aumentei a minha coleção da família King (um dos poucos que faço questão de comprar o livro físico), comprei washi tape e canetas (minhas primeiras Stabilo! Achei em promoção por R$30), e o planner da Tilibra para 2018 (ainda vou fazer um post sobre ele).


* Fun: Doei uns vinte livros para uma ONG que estava montando uma biblioteca. Isso significa que abriu espaço nas prateleiras para livros novos? Não, para a gata! Agora esse é o novo cantinho preferido da Meg. Acho que nunca mais vou poder colocar livros aí...


* Resenhas do mês:

A única leitura 5 estrelas de novembro foi Mago e Vidro, que na verdade foi uma releitura.
O que vocês leram de bom?

30 de novembro de 2017

Os Senhores dos Dinossauros

Eles apareceram do outro lado do rio como uma cadeia de silhuetas de montanhas, ganhando uma terrível solidez através da neblina e da chuva matinais. Grandes cabeças chifrudas oscilavam de um lado para o outro. Presas as suas costas, atrás dos pescoços, por trás das carapaças parecidas com escudos, balançavam guaritas de vime cheias de arqueiros.

Quando este livro foi lançado, logo eu quis ler. Afinal, tem dinossauros! E pessoas numa Idade Média de fantasia! Parecia o meu sonho de infância se transformando em realidade. Ao mesmo tempo, tinha medo de não gostar. Tenho dificuldade em ler livros de fantasia, pois vários são descritivos demais (acho que é trauma de O Senhor dos Aneis).

Por isso, comecei a ler Os Senhores dos Dinossauros com um pé atrás. O começo da história se passa numa guerra, e não curto ler descrições de batalhas. Mas, como também tinha dinossauros, passei por cima do meu receio. E não é que gostei? A narrativa do autor é bem dinâmica e as batalhas não foram o tédio que eu estava esperando.

A narrativa acompanha vários personagens e tem três histórias que se destacam. Primeiro, de Rob e Karyl, este último encontrado pelo primeiro mendigando, apesar de ser senhor dos dinossauros. Segundo, de Jaume, um herói, e por último de Melodía, princesa e prometida em casamento a Jaume.


Além dos dinossauros, outra curiosidade em relação ao mundo do livro é que a língua oficial não é o inglês, mas o espanhol. Ah, mas o autor se chama Victor Milán, deve ser espanhol ou latino... Só que não! Ele é um escritor americano que já escreveu diversas séries de fantasia, cada uma com um pseudônimo diferente (vocês podem ver os livros que ele já escreveu e seus diversos nomes aqui).

A edição brasileira, da Darkside Books, mantém o primor que eles costumam ter, com capa dura e ilustrações. Porém, a tradução deixou a desejar. Há trechos com palavras faltando, outros com palavras a mais, erros de concordância e ortografia... Enfim, necessita de uma revisão.

Os Senhores dos Dinossauros é o primeiro de uma série que será composta de duas trilogias. Eu gostei bastante e quero continuar acompanhando.

Outras capas:


Nota:

27 de novembro de 2017

The Strange Case of the Alchemist's Daughter

Mary leaned forward and stared into the fire. She did not quite know how to ask… but directly was always best. She turned to Mrs. Poole and said, “What do you remember about Edward Hyde?”

(Mary inclinou-se para a frente e olhou para o fogo. Ela não sabia como perguntar ... mas diretamente era sempre melhor. Ela se virou para a Sra. Poole e disse: "O que você lembra sobre Edward Hyde?")

Quando soube do lançamento deste livro nos EUA, logo o adicionei à minha wishlist (falei dele em agosto, aqui). Afinal, tanto a capa quanto a sinopse haviam me chamado a atenção.

A história começa acompanhando Mary Jekyll, após a morte de sua mãe. Há a suspeita de que Edward Hyde tenha reaparecido e cometido um assassinato, e Mary quer capturá-lo para ganhar a recompensa, pois após a morte dos pais ela ficou afundada em dívidas. A partir daí, juntam-se ao enredo outros personagens conhecidos da literatura: Moreau, Sherlock Holmes, Frankenstein, entre outros.

Parecia ser uma ótima história, certo? Mas o desenvolvimento dela foi péssimo e saí decepcionada.

Para começar, o livro é como se tivesse sido escrito por Catherine Moreau, uma das protagonistas. Mas o jeito que a própria personagem é descrita não parece ter sido escrito por ela! A autora deveria ter mantido a história em terceira pessoa apenas, sem inventar que foi a personagem que escreveu.

Algo que me incomodou demais é que a narrativa é toda hora interrompida pelas personagens "dando pitaco" na história. Como eu ouvi o audiobook, essas interrupções atrapalhavam demais, pois aconteciam do nada e só depois de alguns segundos dava para perceber que eram esses diálogos. E todos inúteis, sem agregar nada à história. (vocês podem ler o 1º capítulo em tor.com para entender)

Outro problema do livro é que, sendo protagonizado por diversas personagens femininas, esperava que elas fossem as grandes heroínas da trama. Outra decepção! Mary não consegue resolver nada sem os notáveis Sherlock Holmes e Dr. Watson.

The Strange Case of the Alchemist's Daughter é a prova de que uma boa capa e uma boa sinopse nem sempre são garantias de um bom conteúdo. A história parecia interessante, mas sua execução deixou muito a desejar.

Nota:
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