25 de março de 2017

Eu fui: Foz do Iguaçu


Oi pessoal! Na última semana estive de férias e aproveitei para fazer uma viagem aqui no Brasil, para Foz do Iguaçu/PR, que acabou sendo muito mais legal do que eu imaginava. Então resolvi escrever alguns posts, para compartilhar a minha viagem com vocês e quem sabe ajudar quem está planejando ir para lá. Não foi uma viagem cara e valeu muito a pena!

Fui para Foz do Iguaçu em um domingo e voltei na quinta-feira de manhã, e esses quatro dias foram suficientes para conhecer os principais pontos turísticos. Fiz tudo de ônibus e andei muito! No começo tinha considerado comprar os passeios em uma agência, mas de ônibus ficou muito mais barato (cada passagem custava R$3,45). Os posts do blog Lá vai ela pelo mundo me ajudaram muito a planejar minha viagem e a me virar por lá. Além disso, o pessoal da cidade era bem prestativo quando eu perguntava como chegar em algum lugar.

Para andar de ônibus, é essencial pesquisar bem a localização do hotel. Eu fiquei hospedada no Continental Inn por esse motivo e porque tinha um quarto triplo espaçoso (fui com mais dois adultos). Além disso, ele é próximo de um shopping e do centro da cidade.


Uma coisa que achei curiosa: o aeroporto de Foz tem "Internacional" no nome mas quase não tem placas em inglês, além de ser bem pequeno. Descemos e entramos no avião na pista mesmo. Quando chegamos estava a maior chuva e tinha uma pessoa dando guarda-chuvas para caminharmos até o terminal.


Nos próximos sábados irei contar sobre os pontos turísticos que visitei. Até lá! ;)

23 de março de 2017

Teardrop - Lágrima

Ele sabia tudo sobre ela. Iria gabaritar todas as questões em uma prova sobre suas complexidades. Ele a observava desde o 29 de fevereiro em que ela nasceu. Todos os Semeadores a vigiavam. Ele a observava desde antes de ele ou ela saberem falar. Eles nunca se falaram.
Ela era a vida dele.
Ele tinha de matá-la.

Eureka vive com culpa, por ter sobrevivido ao acidente de carro que matou sua mãe. Ela vai morar com o pai, a madrasta e seus dois meio-irmãos e se sente muito deslocada. Seus únicos refúgios são seus amigos, Brooks e Cat, e as memórias de sua mãe.

Até que surge um novo garoto em cena. Seu nome é Ander, e ele é muito misterioso. Além disso, Eureka recebe relíquias estranhas pelo testamento de sua mãe. Ela não sabe para que servem, mas, junto com Ander, podem ajudá-la a desvendar sua própria história.

Eu já tinha lido a série Fallen, da mesma autora - faltando o último livro, que fiquei com preguiça porque não gostei do modo como a história (des)andou. Apesar disso, continuei gostando do modo como Lauren Kate escreve, por isso comprei Teardrop.


A história é bem parecida: garota deprê + triângulo amoroso + sobrenatural. Porém, gostei bastante da parte de mitologia e mistérios do livro. Nessa parte, é bem diferente de Fallen, e foi por causa dela que gostei da história.

O livro tem uma continuação - é uma duologia -, lançada no Brasil como Dilúvio. Não entendi por que não mantiveram o nome original, como no primeiro livro, mas quero ler.

Outras capas:


Nota:

21 de março de 2017

Harlequin: Lançamentos de Março/2017

Chegou o outono e também as novidades da Harlequin! Vamos conferir o que vem por aí?

Lembrando que todos os lançamentos estão disponíveis no site: loja.harlequinbooks.com.br



18 de março de 2017

Trecho: Irmãos de Sangue


Aquilo pairava no ar, pesado como lã molhada sobre a clareira. Ele sentia seu ódio, presente na névoa que serpenteava pelo chão, no calor sufocante da noite. Com a tocha erguida, esperava a coisa se afastar na floresta, atravessando rios e contornando moitas onde pequenos animais se encolhiam temendo o cheiro que exalava.

Fumaça do inferno.

Ele enviara Ann e as vidas que ela carregava no útero para longe, para um local seguro. Ann não tinha chorado, lembrou enquanto borrifava as ervas que escolhera. Mas ele notou a tristeza no rosto dela, nos olhos escuros profundos que amara naquela vida e em todas as anteriores.

Três crianças nasceriam de Ann e seriam ensinadas por ela. E delas, quando chegasse a hora, viriam mais três. Seu poder seria delas, que chorariam pela primeira vez muito tempo depois de aquela noite terminar. Arriscara tudo que tinha para lhes deixar as ferramentas de que precisariam, as armas que empunhariam.

Seu legado para elas era de sangue, coração e visão.


Esse foi um trecho de Irmãos de Sangue, primeiro volume da trilogia A Sina do Sete, de Nora Roberts, e chegando ao Brasil pela Arqueiro. Leia o trecho completo no site da editora.

Eu já li o livro em inglês e gostei - leia a resenha aqui.

15 de março de 2017

O Diário de Anne Frank

Preocupada com a ideia de ir para um esconderijo, juntei as coisas mais malucas na pasta, mas não me arrependo. Para mim, as lembranças são mais importantes do que os vestidos.

Anne Frank foi uma adolescente judia, que viveu durante a 2ª Guerra Mundial. Ela foi obrigada a, junto com sua família, deixar sua casa para ficar escondida. Levou consigo um de seus bens preciosos: seu diário, onde divide conosco seus relatos sobre o dia-a-dia durante a guerra.

Comprei este e-book na Amazon e, enquanto lia, eu pensava: por que não li isso antes?

Durante todo o livro, me senti como se fosse uma amiga íntima de Anne. Afinal, li o diário dela, algo que, talvez, ela nunca tenha pensado que seria publicado e lido por milhares de pessoas em todo o mundo. Há pensamentos sobre a guerra, coisas sobre o dia a dia, seus estudos, discussões entre as pessoas que dividem o mesmo espaço...

Também me sentir claustrofóbica lendo o livro. Sou uma pessoa que a primeira coisa que faz, ao acordar, é abrir todas as janelas. Eu adoro minha casa, mas não consigo imaginar um dia sem, pelo menos, poder colocar a cabeça para fora. Imagine ficar dois anos dentro de casa, sem ter liberdade nem para ir ao banheiro, porque o encanamento pode fazer barulho e avisar as pessoas que tem alguém escondido ali.

Foto original: Guia do Estrangeiro

Lendo depois sobre a história do diário, vi que uma discussão recorrente é sobre a maturidade de Anne em sua escrita, fazendo as pessoas pensarem que ele é fake. Realmente, ela é muito mais madura que qualquer adolescente de treze anos que já vi. Porém, não duvido de sua autenticidade por conta disso. Primeiro, ela era uma garota que amava estudar, ler e escrever. Segundo, com certeza a guerra obriga as pessoas a serem mais maduras. Ela tinha que se preocupar em sobreviver. Não tinha tempo pra ficar de mimimi se não ganhasse o iPhone X dos pais.

O Diário de Anne Frank é um livro maravilhoso e inesquecível, do tipo que dá vontade de grifar o livro inteiro. O final me deixou meio sem rumo. A maldade humana não tem limites, e eu choro por tudo que aconteceu com a família de Anne e todos que tiveram que atravessar essa guerra.

Outras capas:


Nota:

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