23 de novembro de 2017

Mago e Vidro (releitura)

4º livro da série A Torre Negra.
Atenção! Esta resenha contém spoilers dos livros anteriores da série!

Resenhas anteriores:
1. O Pistoleiro
2. A Escolha dos Três
3. As Terras Devastadas

Abriu a boca para dizer alguma coisa - uma tirada especial de Eddie Dean, algo que fosse ao mesmo tempo engraçado e mordaz, o tipo de comentário que sempre costumava deixar seu irmão Henry fora de si - e tornou a fechá-la. Talvez o sujeito velho, alto e feito tivesse razão; talvez fosse a hora de dispensar os gracejos e as piadas infames. Talvez finalmente tivesse chegado a hora de virar um adulto.

O ka-tet de Roland - composto por Eddie, Susannah, Jake e Oi - continua no Mono Blaine, cada vez mais próximo de Topeka. Fazem muitas adivinhações e o trem continua acertando todas.

Porém, isso não é tão importante agora. A maior parte de Mago e Vidro conta a história do passado de Roland, quando ele ainda era um adolescente, e seu relacionamento com Susan Delgado. Quem disse que Stephen King não consegue escrever uma história de amor?

Pássaro e urso e lebre e peixe (créditos)

Eu já tinha lido esse livro, há muitos anos. Apesar de ter esquecido vários detalhes, como as piadas do Mono Blaine e a chegada no palácio de vidro, o final da história de Susan e Roland continuava fresco na minha cabeça, pois ele me marcou. Foi um sofrimento ler essa parte do livro novamente, pois não queria passar por tudo aquilo de novo. Sofri de novo, mas valeu a pena reler.

Algo divertido na série A Torre Negra é encontrar referências para outros livros. Mago e Vidro possui várias referências a O Mágico de Oz, cujo filme assisti quando era criança e quero ler o livro em breve. Também têm uma referência a Dança da Morte, outro livro de Stephen King, que ainda não li (mas vi a minissérie anos atrás).

Se você chegou até aqui, é ka. Continuem no Caminho do Feixe da Luz, pistoleiros.

Outras capas:


Nota:
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